Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Hoje venho aqui com a resenha do livro MemoRandom, de Anders De La Motte, que nos foi cedido através da parceria com o Grupo Editorial Record.

Todo mundo mente. Não confie em ninguém. Leia este livro e fique atento.David Sarac é um policial da Divisão de Inteligência da polícia de Estocolmo. Ele identifica, recruta e gerencia informantes, uma função crucial para o combate ao crime e na qual ele se destaca. Muito disso se deve ao seu informante de alto nível, Jano, inserido de forma estratégica nas organizações criminosas. No entanto, durante uma perseguição de carro, David tem um derrame e sofre uma colisão violenta dentro de um túnel. Ao acordar no hospital algumas semanas depois, ele não se lembra de nada dos últimos dois anos de sua vida, nem mesmo da identidade de seu mais proeminente informante. Muitas mortes ocorrem, todas elas relacionadas a Jano de alguma forma. Agora, David precisa correr contra o tempo para recuperar suas memórias e o contato com o informante antes que ele próprio se torne a próxima vítima.


A história começa no fatídico acidente de carro que causou em David Sarac a amnésia. Sarac é um policial da Inteligência sueca, que sempre consegue entregar seus resultados apesar de utilizar de artifícios ilegais para isso. O problema é que ele é o único que sabe a identidade de Jano, um informante que é peça-chave em quase todos os casos de criminosos. Então David parte em busca do próprio passado e, sob ameaças de quem ele nem sabe quem, aprende que não pode confiar em muitas pessoas.

E é por causa disso que conhecemos  os outros dois protagonistas: o Atif Mohammed Kassab e Jesper Stenberg. O primeiro é um ex-criminoso à procura do responsável pela emboscada que matou seu irmão. O Jesper é um influente ministro sueco que se envolve em um crime e sofre chantagem para descobrir quem é o Jano. Ainda podemos destacar uma outra personagem que é a Natalie, que vive de pequenos golpes de estelionato e se torna muito importante para o desenvolvimento.
A história é contada em terceira pessoa, através da visão dos três principais e dividida em vários capítulos, o que em minha opinião, facilitou a leitura e organização dos fatos sem tornar a leitura cansativa.

A escrita de Anders De La Motte é muito instigante e rica em detalhes - talvez por ele ter trabalhado como policial, mas por algumas vezes um tanto confusa por jogar muitas informações de uma vez. Apesar disso a leitura flui bem, e exige bastante atenção em algumas partes por ter elementos cruciais para cada parte do enredo.  Não pude deixar de imaginar o quanto seria brilhante um filme ou seriado baseado na obra.

Antes de ler a sinopse a primeira coisa que me chamou atenção foi a capa, com o título em sílabas, compartimentado, assim como a memória do Daniel Sarac. E por ser grande fã de histórias policiais não pude deixar passar a figura de uma digital bem ao lado!
Recomendo ao leitor que leia MemoRandom aos poucos, para que possa digerir cada detalhe importante e fundamental para o desfecho, o qual eu achei brilhante, por sinal. E lembrem-se: TODO MUNDO MENTE. NÃO CONFIE EM NINGUÉM.

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